terça-feira, 31 de agosto de 2010

Marketing de Guerrilha

Inicialmente utilizado por pequenas empresas para resistir ou enfrentar gigantes que ameaçam sua existência, hoje o marketing de guerrilha é utilizado por todo tipo de empresa, seja como tática principal ou como ação complementar de campanha.

A Wikipédia diz que "o termo marketing de guerrilha vem da guerrilha bélica, ou seja, é um tipo de guerra não convencional no qual a principal estratégia é a ocultação e extrema mobilidade dos combatentes, chamados de guerrilheiros."

Na prática isso significa que empresas de pequeno poder, recursos financeiros limitados, podem enfrentar outras empresas de médio e grande porte. Pois sendo a principal estratégia a ocultação, ou seja, a não divulgação dos preços e promoções em mídia convencional, e a extrema mobilidade dos guerrilheiros (promotores da marca em pontos de venda ou porta-a-porta) é possível, desde que se tenha uma boa estratégia e identidade, propagar a marca sem gastar um centavo com veiculação.

Mas como fazer isso? Algumas idéias são mais simples do que se espera. Construir um boneco lego colossal em uma praia visitada por crianças criará um laço emocional, aumentando as vendas em longo prazo e valorizando a marca sem anunciar preço ou vantagem, sem gastar com anúncios, vinhetas ou spots.

Ter uma agência com profissionais especializados e que conhecem as teorias do marketing e da comunicação pode parecer um gasto desnecessário, mas a empresa acaba economizando em outros aspectos e adquirindo mais clientes.

É importante ressaltar que se o conteúdo da ação é fundamental, tenha cuidado pois em essência o marketing de guerrilha deve recrutar os cidadãos da região, os consumidores devem aprender a gostar da marca e a defende-la, assim como na guerrilha bélica.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Natura é verde

A fabricante de cosméticos Natura é uma marca totalmente verde, com diversos projetos para a redução da sua "pegada" no meio ambiente. A empresa vem obtendo sucesso com o posicionamento de empresa amiga da natureza.

Embalagens Verdes
As embalagens além de recicláveis são cada vez menos poluentes. De 2006 à 2009 houve uma redução de 16,1% na emissão de CO2 durante a fabricação de cada embalagem. E para 2011 foi estabelecida a meta de 33% de redução das emissões ao substituir o plástico dos refis de sabonete líquido da linha Erva-Doce por embalagens fabricadas com o plástico verde da petroquímica Brasken. O novo plástico verde é produzido com cana-de-açúcar, substituindo o petróleo do plástico convencional.

Reciclar para Transformar
Um dos projetos muito bem sucedidos da Natura foi voltado para a reciclagem que obteve em seu primeiro ano de execução o total de 210 mil quilos de material arrecadado e doado para as cooperativas parceiras. A ação envolveu as consultoras, as clientes e empresas locais, beneficiando e desenvolvendo as regiões abrangidas pela empresa.

http://scf.natura.net/Conteudo/Default.aspx?MenuStructure=3&MenuItem=21&titulo=Reciclar+para+transformar&pagina=%2F2009%2F05%2F26%2Freciclar-para-transformar%2F

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Tryvertising

“Tryvertising”, do inglês try (teste) + vertising (advertisign, propaganda), é uma variante do sampling (amostras) que adiciona um feedback ao fabricante. Lojas especializadas cobram uma taxa de anual e recebe um cartão da loja, assim o consumidor pode experimentar produtos que ainda não chegaram às prateleiras ou com valor acima de R$ 100,00 para depois preencher um questionário que retorna um feedback aos fabricantes sobre o desenvolvimento do novo produto.

Empresas como Telefônica, Góoc, Grupo Betin, Cadbury, Corona, Heinz, L'Oreal, Nestlé, Nitento, Nissin, Panasonic, Procter & Gamble, Sony, Kraft Alimentos, Unilever, Danone, Avon e Sadia estão adotando a prática para expor seus produtos em desenvolvimento para um avaliação do mercado.

Já existem no Brasil duas lojas de tryvertising, a
Sample Central e a Clube Amostra Grátis, ambas em São Paulo capital.

"No modelo japonês é preciso marcar horário e o processo fica engessado. Aqui, o cliente pode ir direto na loja. Já em Barcelona os clientes pagam uma taxa por visita, enquanto no Brasil o valor será pago anualmente”, explica Luiz Gaeta, um dos sócios do Clube Amostra Grátis.

O consumidor pode dar a sua opinião a partir de uma experiência igual a de compra”, aponta João Pedro Borges, Gerente-Geral da Sample Central Brasil.

Teremos aqui uma visão real de experiência de compra e de consumo”, diz Celso Loducca, um dos sócio da Sample Central Brasil.

Um dos focos principais é saber o quanto o produto gera interesse”, completa Nelson Marangoni , CEO do IBOPE Inteligência.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Posicionamento de Luxo da HP

A Hewlett-Packard, também conhecida como HP, está executando uma ação clara de posicionamento de mercado e agregando valor à sua marca. Na qual ela convida para uma VIP alguns clientes e apresenta a relação entre tecnologia e moda.

Acontecerá a partir do dia 12 até o dia 26 de maio de 2010 no Shopping Iguatemi em São Paulo.

O estilo "Tech Chic", representado pelas personagens de Sex And The City em seu segundo filme, traz o uso de eletrônicos como peças de moda, assim como acessórios à vestimenta.

Acredito que a iniciativa da HP é para associar sua marca ao luxo e assim agregar valor com peças de design exclusivo. Seguindo um posicionamento semelhante ao da Apple que de distingue claramente de seu concorrentes.

É importante ressaltar que em casos como esse o cliente paga mais para ter a marca e suas vantagens, pois existem pequenos fabricantes que produzem eletrônicos com a mesma configuração, mas com menor qualidade, sem assistência técnica, sem aplicativos exclusivos e a como podemos observar agora, sem o estilo das grandes marcas.

Colocando em termos técnicos a HP já oferecia vantagens Funcionais e Pessoais aos seus clientes. Agora ela oferece uma vantagem Experimental através do evento e outra Social pela associação da marca ao estilo Tech Chic. Tudo isso sem aumentar os custos Monetários, Temporal, Psicológicos e Comportamentais envolvidos no processo de compra.

Aumento de vantagens sem aumentar os custos, isso é a verdadeira ação de agregar valor à marca, que para alguns pode parecer um investimento caro em marketing e sem o retorno de curto prazo, mas a HP estará vendendo o notebook Pavilion DV4-2115BR com R$ 300,00 de desconto. Curto e longo prazo sendo bem tratados pelos responsáveis pelo marketing da HP Brasil.

Hotsite de incrição http://links.hp.com/u.d?WYGtu71y2m7o4kmAP=11
Website da HP http://links.hp.com/u.d?O4Gtu71y2m7o4kmAK=1

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Benchmarking: cópia não, adequação

Benchmarking é um processo sistemático e contínuo de avaliação dos produtos, serviços e processos de trabalho das organizações que são reconhecidas como representantes das melhores práticas com a finalidade de comparar desempenhos e identificar oportunidades de melhoria na organização que está realizando (ou monitorando) o benchmarking. (wikipedia.com).

Um exemplo claro da aplicação do benchmarking são as empresas fabricantes de celular, quando um determinado modelo faz sucesso começam a surgir variações de outras marcas, funções semelhantes e até mesmo uma estratégia de posicionamento no PDV mais próximo do líder.

A análise dos concorrentes, seja de seus produtos quanto se seus serviços deve ser feita antes do posicionamento dos seus produtos e serviços para se obter o melhor resultado disponível. Oferecendo a melhor opção de compra ao cliente por um valor competitivo. Mas é a continuidade dessa avaliação que mantém a liderança da empresa.

Atenção redobrada para concorrentes que apliquem o benchmarking, pois eles provavelmente já tem listadas todas as qualidades e defeitos dos concorrentes deles. Pois para ficar para trás basta ir um pouco mais devagar que os outros e logo estará em último lugar na cabeça do seu cliente.

Quando você analisa e adapta o que deu certo no mercado para a sua empresa você esta mantendo o passo com seus concorrentes, porém aquele que utiliza o benchmarking em outros mercado para adequar ao seu, esse vai tomar a dianteira.

Benchmarking não é copiar uma ação ou estratégia, mas sim reestrutura-la para a realidade de sua empresa. Aguarde sempre os resultados do objeto a ser analisado, basear-se apenas na intuição para aplicar técnicas em sua empresa é motivo de fracasso.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Aplicação da Pirâmide de Maslow em Empresas

A Pirâmide das Necessidades criada por Abraham Maslow em 1946 aponta uma hierarquia entre as necessidades do ser humano e portanto uma seqüência entre os desejos de compra do consumidor.

O estudo prega que para se alcançar o próximo nível da pirâmide é necessário que suprir o atual. A estrutura começa com a base sendo das necessidades fisiológicas, tais como comida, calor, descanso e água. O segundo degrau é referente à proteção e segurança, sendo a proteção contra o mau-tempo e anti-furto. No meio da pirâmide encontramos as necessidades de socialização, onde o indivíduo busca participar de um grupo, ter amigos e relacionamentos. No penúltimo degrau a busca é pelo reconhecimento, a auto-estima e o sucesso entre os outros. A ponta da pirâmide contém a auto-realização, onde é preciso alcançar metas pessoais de conquista.

Podemos utilizar a pirâmide para posicionarmos uma empresa em relação às necessidades do consumidor e encontrarmos a melhor abordagem, estratégia e técnica de venda. Primeiro vamos dividir as pirâmide em três partes gerais:

Necessidades Básicas: Fisiológicas, Proteção e Segurança.
Necessidades Sociais: Socialização e Reconhecimento.
Necessidades Pessoais: Auto-Realização.

Vamos considerar para um exemplo que você possui uma loja de colchões, o seu produto está ligado ao descanso, dentro das necessidades fisiológicas e classificado como necessidade básica. Portanto tenha em mente que o cliente não pode esperar para receber o seu produto pois é fundamental para realizar os desejos do seu consumidor que seu prazo de entrega seja se possível no mesmo dia. Para agregar valor ao produto adicione outra necessidade como a de auto-realização. Transforme um de seus colchões em um troféu que apenas os melhores podem ter.

Como segundo exemplo vamos supor que você tenha uma loja de jóias. As jóias servem para socialização e reconhecimento, ou seja, demonstram status e se classificam nas necessidades sociais. Podemos agregar valor à jóia se associarmos à outra classe de necessidade. Vender jóias como investimento para assegurar seu capital é proteção contra períodos de crise.

Como podemos perceber ao analisarmos a pirâmide de Maslow é que podemos obter melhores resultados se entendermos como aplica-lá a nossas empresas.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Comunicação Corporativa


É parte do trabalho do profissionais que atuam no relacionamento da empresa, jornalistas, publicitário, marketeiros e relações públicas. Eles devem lidar com a imagem da empresa, sua identidade perante o público. Como ferramenta estratégia a Comunicação Corporativa visa integrar os setores que têm contato com o público visando a unidade na comunicação da mensagem enviada ao consumidor.

As principais e mais usadas ferramentas de comunicação dentro de uma empresa são:

Marketing Virtual
Trabalha com websites, comunidades vistuais e fóruns.
Ex.: homepages, intranet, wapsites (3G) e jogos multijogadores online.

Publicidade e Propaganda
Campanhas publicitárias que divulgam a marca, mas também prezam pelo desenvolvimento local.
Ex.: videos, cartazes, folders educativos e ações externas.

Endomarketing
Atua com o público interno, ou seja, os funcionários, fornecedores e outros colaboradores da empresa.
Ex.: concursos, premiações, troca de experiências e eventos comemorativos.

Promoções
Eventos de curta duração e com foco específico que possa ser alcançado em poucos dias.
Ex.: concursos culturais e participação/patrocínio de eventos, personalidades ou projetos.

Jornalismo Empresarial
Cobertura jornalística do universo da empresa, divulgando acontecimentos do fornecedor ao distribuidor, apresentando toda novidade e área de atuação da empresa.
Ex.: informativos, releases, documentários, notícias em jornais locais.