quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Redes Sociais

"Rede Social é uma das formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais dos seres entre si ou entre seus agrupamentos de interesses mútuos. A rede é responsável pelo compartilhamento de idéias entre pessoas que possuem interesses e objetivo em comum e também valores a serem compartilhados. Assim, um grupo de discussão é composto por indivíduos que possuem identidades semelhantes. Essas redes sociais estão hoje instaladas principalmente na Internet devido ao fato desta possibilitar uma aceleração e ampla maneira das idéias serem divulgadas e da absorção de novos elementos em busca de algo em comum." (Wikipedia)

As redes sociais recebem 2 milhões de acessos diários a mais que os e-mails e é a segunda forma de contato mais usada pela internet. Mas qual é a vantagem em participar ou desenvolver uma rede social? Devemos analisar os dois lados, tanto do usuário quanto do provedor.

Para o usuário a principal vantagem é encontrar pessoas com os mesmos interesses para trocar informações, conhecimentos e opiniões. Além de proporcionar relativa fama para aqueles que se destacam e as vezes se transformam em celebridades da internet. Eles também mantém contato com especialistas que se dispõem a apresentar novidades e solucionar problemas sem custo.

Por outro lado, ou seja, pelo lado do provedor, as redes sociais são uma mina de ouro. Você pode estar pensando nos anúncios em na home, mas não. As empresas que estão realmente lucrando com as redes sociais são aquelas que obtém informações sobre seus clientes. Por exemplo a Livraria Cultura criou o O Livreiro onde leitores podem apontar quais livros eles leram, querem ler, indicam e ainda podem deixar comentários. Enquanto a PepsiCo desenvolveu o Snacklife, que já ajudou a desenvolver dois novos sabores para seus produtos segmentando por gênero. Essas empresas lucram porque gastam menos em pesquisas de mercado e desenvolvimento de produtos, reduzindo seus custos fixos e aumentando sua margem de lucro.

A mídia interativa é totalmente diferente para os anúnciantes, devemos esquecer a ditadura do rádio, da televisão e dos impressos quando tratamos de sites e portais na internet. Ouça, entenda e aprenda com seus clientes. Para que suas próximas ações nas mídias tradicionais seja mais efetiva e a empresa obtenha mais lucros.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Estratégia

A palavra originalmente utilizada na área militar é oriunda do grego stratègós (stratos significa exército e agos, comando) que representa a função do general. No contexto empresarial e na literatura especializada o termo é vastamente utilizado com grande variação de significado, podendo referir-se a diversas situações. Atualmente está intimamente ligada ao marketing pois define como as metas serão alcançadas.

Para as empresas a estratégia deve atender diversos aspectos que variam dependendo do setor de atuação, do porte de da capacidade de produção ou atendimento. Existem quatro aspectos fundamentais para todas as empresas, que são: (1) o retorno sobre os investimentos, (2) estabilidade no crescimento, (3) metas de longo prazo e (4) inovação.

O retorno provido pela empresa deve ser compatível com a quantia financeira investida em sua abertura ou expansão para que o valor total possa ser restituído integralmente e com lucros melhores que outras opções de investimentos de menor risco. O crescimento deve ser estável e previsível, existem saltos de crescimento em mercados novos ou em franca expansão, mas é vital para a empresa poder prever seu comportamento durante períodos de crise e queda do mercado. As metas operacionais da empresa devem estar respaldadas nas de longo prazo, não se deve definir qual é a meta para o próximo trimestre com base nos resultados do último, é preciso saber aonde se quer chegar para compreender quanto esforço deve ser empregado. A inovação é parte essencial do mercado atual e toda empresa deve saber qual é a sua capacidade se comparada com seus concorrentes e possíveis entrantes no mercado, assim como a probabilidade de novos produtos.

Uma estratégia detalhada, clara e definida permitirá uma fácil sucessão de decisões orientadas ao longo prazo, mesmo outro administrador ou gerente que assuma a direção da empresa encontrará no plano estratégico um guia de metas e um respaldo para suas decisões. A estratégia pode ser refeita caso acontecimentos ou situações não previstas ocorram, mas é aconselhável que se evite a alteração freqüente nos planos de logo prazo para que não interfira na cultura da empresa.

O consumidor é capaz de associar diversas ações com a empresa em questão, criando uma identidade com a qual ele pode se coligar ou se apartar. Mas uma organização sem consistência de valores ou que não seja clara em suas ações estará fadada ao desaparecimento no longo prazo, primeiro por falta de afeição para seus clientes e posteriormente por ser evitada por clientes em potencial devido à sua leviandade ou instabilidade.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Processo de Compra

O processo de compra de um produto ou serviço é dividido em 5 fases, sendo que elas podem ser desenvolvidas por uma ou mais pessoas. Considerando a possibilidade de que quem realiza a compra não é quem necessariamente paga e podendo existir um terceiro que busca as informações para compras mais complexas, não é raro o vendedor que precisa montar apresentações informativas e atrativas para entregar a interessados que visitam sua loja. Para facilitar segue abaixo as fases da compra e possibilidades de influência.

Reconhecimento do Problema/Necessidade/Desejo
O estímulo que inicia o processo de compra é a percepção de um problema (ex.: o que/onde comer) ou uma necessidade (ex.: fome) ou um desejo (ex.: saborear).

As empresas podem influenciar no desejo por meio da propaganda, podem solucionar problemas por meio de pesquisas e conhecer as necessidade através de estudos.

Busca de informações
O comprador ou alguém de sua confiança é incumbido de buscar informações de custo e benefícios de produtos e serviços, incluindo variações que possam suprir o estímulo inicial (ex.: na busca por um smartphone pode-se escolher um netbook).

As informações devem ser oferecidas em websites, SACs e outras mídias interativas afim de disponibilizar dia e noite, pois não é rara a desistência de uma compra por falta de informações para o cliente.

Avaliação de Alternativas
Com base nas informações encontradas o responsável pela decisão da compra irá avaliar os custos monetários, temporais, comportamentais e psicológicos contra os benefícios funcionais, sociais, pessoais e experimentais para escolher o produto ou serviço a ser comprado.

É importante ressaltar a comparação é efetuada apenas entre os produtos do "mundo do consumidor", ou seja, para ser o melhor do mundo para seu cliente basta ser a melhor opção disponível na região (a internet traz para alguns produtos concorrentes ainda desconhecidas).

Compra
É a ação da compra que possui três personagens que podem ser interpretados por uma ou mais pessoas, o usuário "é este que eu quero", o pagante "vou pagar no cartão" e o comprador "vou buscar agora mesmo".

A empresa deve oferecer vantagens para as três faces de seu cliente, tratando-as como pessoas diferentes é possível alcançar um atendimento premium (modelos para o usuário, opções para o pagante e entrega para o comprador).

Experiência Pós-Venda
O cliente averigua o que foi prometido nas informações antes da compra com os resultados dos benefícios adquiridos. Exitem três resultados possíveis após a venda: lealdade caso seja cumprido o prometido, reclamação caso exista algum aspecto prometido e não cumprido e abandono que ocorre quando o cliente se sente enganado pelas promessas sem que essas se cumprissem.

O setor de pós-venda é responsável por contactar os clientes que efetuaram a compra para tentar achar reclamações e cumprir o que foi prometido. Um cliente que abandonaria a empresa pode ser convertido para um reclamante com uma simples ligação e com um pouco mais de esforço pode-se torna-lo leal cumprindo com o prometido ou entregando outros benefícios.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Valor Agregado

O Valor Agregado é a soma de todos os benefícios percebidos pelo cliente subtraindo os seus custos envolvidos no processo.

Valor = Benefício - Custo

A publicidade de uma empresa tem como missão a divulgação tanto dos benefícios quanto dos custos, apresentando de uma forma atraente e clara, pois o cliente sempre vai procurar a maior diferença entre os dois. Um produto ou serviço de alto custo e benefício fica em segundo plano com um concorrente de benefício médio e baixo custo.

Esses benefícios e custos variam de intensidade e importância, mas podem ser categorizados da seguinte maneira:

Benefícios
Funcionais - Se o serviço/produto cumpre a sua função;
Sociais - Se terceiros apóiam a compra do serviço/produto;
Pessoais - Relação já existente entre cliente e serviço/produto;
Experimentais - Novas sensações envolvendo os cinco sentidos.

Custos
Monetários - Quanto custa o serviço/produto;
Temporal - Quanto tempo demora para comprar, consertar ou alterar;
Psicológicos - Tensão e energia gasta na reflexão de compras importantes;
Comportamentais - Quais ações são necessárias para adquirir o serviço/produto.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

As 5 Forças de Michael Porter

Conheça as 5 forças que, segundo Michel Porter, pressionam toda empresa existente e de acordo com sua intensidade, alteram o posicionamento da mesma em relação à clientes, fornecedores e concorrentes:

Rivalidade entre concorrentes - É a agressividade com a qual os concorrentes da indústria lidam com o cliente. A rivalidade interfere na quantidade de investimento em publicidade, taxa de crescimento da indústria, número de concorrentes, entre outros fatores.

Poder de barganha dos clientes - O quanto meus clientes exigem qualidade (cerficações, garantias…)? Há possibilidade de negociar preços (compra em alta quantidade…)? Há critérios legais para se comprar atuar nesta indústria (licitações, sindicatos)?

Poder de barganha dos fornecedores - O quanto a indústria depende de fornecedores específicos? Há como diferenciar os insumos? Os fatores de produção afetam muito o preço de venda do produto?

Ameaça de novos entrantes - Quão alta é a barreira para um empreendedor entrar nesta indústria? Há questões ambientais? Licenças concedidas pelo poder público? O capital para iniciar o negócio é muito alto? Novos entrantes podem dificultar a entrada do empreendedor nesta indústria, e neste ponto pode ser visto como negativo. Já para aqueles que já fazem parte da indústria, a ameaça de novos entrantes é positiva, na medida em que diminui a concorrência.

Ameaça de produtos substitutos - Há produtos que podem ser descartados do mercado por inovações. Os exemplos podem ser os mais diversos e as vezes desafiam a criatividade do planejador. Quem poderia prever a queda das viagens a negócios com a disseminação da banda larga? A video conferência ocasionou uma redução na lucratividade dos hotéis empresariais. Outro fator a se considerar é quanto a facilidade do produto se tornar obsoleto, como o clássico caso da Olivetti, que deixou de existir por se manter fazendo máquinas de escrever.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Branding em Campo Grande/MS


Pesquisa científica realizada como exigência para conclusão da Monografia do curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão Estratégica em Marketing e Vendas, oferecido pela Universidade Anhanguera – UNIDERP sob a orientação do Prof. Alan Marks.

Estudo sobre a aplicação de ferramentas do branding em escolas de idiomas localizadas em Campo Grande/MS com intuito de avaliar as diferenças dos resultados entre grupos segmentados pela utilização do branding, ou seja, utilização de pelo menos 3 (três) dos 4 (quatro) aspectos contra os que não trabalham com essa metodologia.

Os aspectos que compõe a metodologia do branding foram divididos em:
Posicionamento Mercadológico: se a escola tem definido para todos os funcionários as metas de logo prazo e sua missão/visão.
Design de Marca: logomarcas representam e identificam, deve-se então ter o cuidado com o uso por meio de regras ou um manual da marca bem elaborado, juntamente com uma identidade visual clara.
Endomarketing: a empresa precisa se comunicar com seus funcionários e que eles vistam sua camisa, para tanto foi avaliado o Plano de Carreira, estabelecimento de metas de curto prazo e recompensas.
Estudo de Mercado: levantamentos sobre a concorrência, tendências de mercados e necessidades do público-alvo são dados para conhecer o ambiente em que a empresa se encontra.

As comparações gráficas foram realizadas com a média do mercado, média das empresas com pelo menos 3 aspectos de branding e a média das empresas com o máximo de 2 aspectos. Os resultados mostraram que ao utilizar a metodologia de branding a empresa obtem maior média de matriculas por período, menor percentagem de desistência, crescimento mesmo durante a crise e uma tendência de investimento em marketing de 5% do seu faturamento.

É importante ressaltar que houveram empresas que investiam até 25% de seu faturamento em marketing no grupo que obteve crescimento negativo, apontando que não é o tamanho do vulto pecuniário investido em marketing, mas a inteligência com que ele é feito.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Introdução à Identidade Visual


Para abordar de forma relevante a significância da identidade visual dentro da empresa é preciso compreender toda abrangência do tema. Começando pelo primeiro contato até o produto ou serviço resultado da interação entre empresa e cliente, deve existir um padrão de imagem, cores e conceitos, estes devem ser exibidos em cartões de visita, uniformes, papel timbrado, tipografia, embalagens, pastas, e decoração do ambiente, quando se alcança a semelhança de forma sintetizada entre todos os possíveis meios da interação, então o cliente encontra a identidade da empresa exprimida de forma visual e como resultado adquire uma impressão dessa “personalidade” que será memorizada e utilizada como referência futura.

Importante perceber que o poder de influência da identidade visual é tão forte quanto qualquer propaganda pelas mídias, pois influência na percepção visual do cliente. “A percepção deriva de processos de exposição, atenção e interpretação seletivos” (Christiane Gade, 1998), lembre-se que quando é feito um anúncio no rádio ou na televisão, o cliente pode o não estar atento, mas quando ele lê um cartão ou fala com a recepcionista ele tem a atenção voltada ao que esta vendo no momento. Portanto encontramos a necessidade de padronização e ainda de diferenciação, quando levamos em conta a existência de outras empresas com diversos posicionamentos do mercado. Para que se possa direcionar o cliente para a empresa e aumentar sua participação no mercado é preciso sempre pensar em sua identidade visual, pois “o nosso consumo e a nossa preferência por produtos e marcas se guiam pela percepção que temos ou que tivemos deles” (Christiane Gade, 1998).

Para se criar uma preferência por seu produto ou serviço deve se levar em consideração a cor a ser utilizada, por que “a cor é essencialmente indicada para atingir a psique do usuário” (Bernd Löbach, 2001, p.163) e as formas, devido ao fato que “as linhas se referem a alguma coisa, elas vêm carregadas de emoção” (Fayga Ostrower, 1983), a serem apresentadas para o cliente, considerando ainda “as forças iniciais mais simples, que regem o processo da percepção são as forças da segregação e unificação” (João Gomes Filho, 2000), para que dessa forma conseguir um resultado mais conciso e duradouro da “personalidade” empresarial apresentada.

São muito poucas e imprecisas as referências relativas à origem da identidade visual para as empresas, isso se deve ao fato de que todos nós trabalhamos de certa forma para que a nossa identidade pessoal seja amigável e é natural que ao criarmos pessoas jurídicas, elas também possuam uma identidade, que quando não planejada pode se tornar indesejada ou prejudicial à imagem pública da empresa.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Conceito de Branding


Branding é a ação gerencial para definir como principal ativo da empresa a sua própria marca, portanto o ativo mais valioso, de forma que se torna preciso redirecionar as gestões de marketing, administração, produção, atendimento, distribuição, vendas, P&D e RH para atender os preceitos estabelecidos como o posicionamento da marca.

"Branding é fazer certa promessa aos clientes sobre como viver uma experiência e um nível de desempenho completos. Assim, branding requer todos os participantes da cadeia de suprimento. [...] trabalhem para cumprir essa promessa. Isso significa “viver a marca”. A marca torna-se a plataforma completa para planejar, desenhar e entregar valor superior aos clientes-alvo da empresa." (KELLOG SCHOOL OF MANAGEMENT, 2006).

O termo “design de marca” faz referência a toda extensão do conceito da marca, o que permite orientar o posicionamento da marca em relação ao público-alvo, que ainda inclui a identidade visual – também conhecida como unidade visual – aplicada à empresa. Quando o design de marca é somado à mensuração do valor da marca e ações para atingir níveis maiores de top of mind de seu público-alvo, temos uma empresa executando uma proposta de branding. Significa que o branding só pode ser executado pela própria empresa, as agências limitam-se apenas a consultorias especializadas.

Acredito, na verdade, que quem realmente “faz Branding” não são os profissionais de design, comunicação, administração, etc, que são agentes no processo, mas sim o detentor da marca que, em dado momento, passa acreditar que a marca é seu principal ativo e o produto ou serviço oferecido é apenas um suporte de uma série de outras manifestações simbólicas construídas pelos indivíduos que se relacionam com a marca. (Delano Rodrigues, 2006).

Portanto poderíamos resumir de forma simples que branding “(Mk.) [Ingl.] Conjunto de medidas que visam a consolidar e fortalecer determinada marca no mercado” (REDE BRASIL DESIGN, 2004), executado pela própria empresa e tendo a gestão dos setores voltados aos preceitos e metas estipuladas no posicionamento do valor de marca no mercado, visando atingir níveis maiores na mensuração da marca.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Significado de Marketing


A palavra vem do inglês, market que significa mercado, conjugado no gerúndio (ing), portanto marketing poderia ser traduzido como “mercadando”, no entanto o termo mercadologia é amplamente aceito como tradução. É considerado correto dizer que se trata de todas as formas de abordagem do mercado para se desenvolver uma relação entre empresa e a comunidade de consumidores em que ambos obtenham ganhos e que este não está vinculado à venda de produtos, sendo utilizado também em promoção pessoal, programas sociais, política, venda de idéias e serviços.

A organização sistemática da criatividade dentro da empresa é aquilo que poderíamos chamar de marketing” (DUAILIBI, 1971), sendo assim toda e qualquer ação inovadora para diferenciação do produto ou serviço ou empresa, também é uma ação de marketing. Em seu livro intitulado Marketing para Serviços Profissionais, Philip Kotler cita Keane sobre a necessidade da diferenciação das empresas.

Os clientes devem ser capazes de distinguir uma empresa da outra. Isto significa que cada uma (empresa) deve ter uma “personalidade” particular, dando-lhe identidade e visibilidade, das quais as pessoas se lembrarão (op. cit. Philip Kotler, 1990).

Concluí-se assim que marketing é uma ferramenta fundamental para a administração, pois trata da diferenciação entre as empresas e que sem ela a disputa mercadológica seria resumida a uma média entre que empresa está mais próxima fisicamente do cliente e quais possuem o menor preço. Obviamente o marketing sozinho não irá garantir o sucesso da empresa, mas quando adequadamente é somado às outras ferramentas de administração, irá garantir a sobrevivência da empresa.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

O que é design?

Design é uma ação interdisciplinar que parte de uma determinada meta, que pode se um problema a ser resolvido ou um objetivo a ser alcançado, em qualquer um dos casos, o designer precisa conhecer diversos aspectos envolvidos na questão, sejam eles o público-alvo, a matéria-prima, as técnicas de produção, a usabilidade, a disponibilidade, o ciclo de vida do produto ou serviço, dentre outros, sendo assim é exigida uma pesquisa para que todos os aspectos pertinentes sejam conhecidos.

"Design é o que integra criatividade e inovação. É a disciplina de transforma idéias em tangíveis práticos e atrativos para usuários e consumidores. Design pode ser definido como a criatividade aplicada com foco em uma determinada intenção." (Ellen Kiss, 2005)

Em seguida inicia-se o desenvolvimento, em posse dos dados das pesquisas o designer pode encontrar, avaliar e preencher necessidades do cliente ou público-alvo de forma a criar um novo nicho de mercado, devido ao aspecto da diferenciação do produto ou serviço, fator que é inerente à ação do design.

"Design: [Ingl.] Atividade criativa que estabelece as funções e qualidades de diferentes objetos, processos, serviços e sistemas, abrangendo todo seu ciclo de vida, preocupando-se especialmente com a interação entre estes e seus usuários. É fundamental para a humanização inovadora de tecnologias e o intercâmbio econômico e cultural entre os povos." (REDE BRASIL DESIGN, 2004).

Na maioria dos casos existe ainda um terceiro estágio que é a execução, muitas vezes atribuída ao próprio designer, que conta com a produção da peça gráfica ou produto, mesmo que protótipo, ou da prática do método escolhido para a abordagem, para isso ele adquire um amplo conhecimento da resistência, flexibilidade e diversas características de diversos tipos de materiais, muitas vezes desenvolvendo uma materioteca particular.